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Femara 2,5mg com 28 Comprimidos
Femara é um medicamento que pertence a um grupo chamado inibidores de aromatase. Ele age como um tratamento hormonal para pacientes com câncer de mama. Consulte um especialista em oncologia para receber o tratamento adequado com Femara 2,5mg.

Femara 2,5mg com 28 Comprimidos

De: R$ 1.028,27Por: R$ 649,60ou X de

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Femara é um medicamento que pertence a um grupo chamado inibidores de aromatase. Ele age como um tratamento hormonal para pacientes com câncer de mama. Consulte um especialista em oncologia para receber o tratamento adequado com Femara 2,5mg.

Informações do produto

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Saiba Mais

GRP_INTEGRACAO

Possui Venda PermitidaS
FabricanteNovartis
Informe Ministério Saúde 02-
Informe Ministério Saúde 04-
Informe Ministério Saúde 05-
Informe Ministério Saúde 08-
Informe Ministério Saúde 09-
Informe Ministério Saúde 01"VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA."
Informe Ministério Saúde 03-
Informe Ministério Saúde 06-
Informe Ministério Saúde 07-
Informe Ministério Saúde 10-
Princípio AtivoLETROZOL

Característica

ComposiçãoLETROZOL (2,5MG)
RMS1.0068.0100.001-1
Indicação

Câncer de mama em mulheres na pós-menopausa receptor hormonal positivo.

Contraindicação

Hipersensibilidade a qualquer um dso componentes da fórmula; pré-menopausa endócrina; gravidez e lactação.

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Femara - Bula

Femara, Para O Que É Indicado E Para O Que Serve?

  • Tratamento adjuvante de mulheres na pós-menopausa com câncer de mama inicial receptor hormonal positivo;
  • Tratamento adjuvante estendido de câncer de mama inicial em mulheres na pós-menopausa que tenham recebido terapia adjuvante padrão prévia com tamoxifeno por 5 anos;
  • Tratamento de primeira linha no câncer de mama avançado hormônio dependente em mulheres na pós-menopausa;
  • Tratamento de câncer de mama avançado em mulheres na pós-menopausa (natural ou artificialmente induzida), que tenham sido tratadas previamente com antiestrogênicos;
  • Terapia pré-operatória em mulheres na pós-menopausa com câncer de mama localmente avançado receptor hormonal positivo, com a intenção de permitir cirurgia conservadora da mama para aquelas mulheres que não eram originalmente consideradas candidatas a este tipo de cirurgia. O tratamento pós-cirúrgico subsequente deve seguir o tratamento padrão.

Como O Femara Funciona?

Femara contém uma substância ativa chamada letrozol. Este pertence a um grupo de medicamentos chamado de inibidores de aromatase. Ele é tratamento hormonal (ou “endócrino”) para o câncer de mama.

O crescimento do câncer de mama é frequentemente estimulado pelos estrogênios, que são hormônios sexuais femininos. Femara reduz a quantidade de estrogênio, bloqueando uma enzima (“aromatase”) envolvida na produção de estrogênios e, portanto, pode bloquear o crescimento de cânceres de mama que necessitam de estrogênio para crescer. Como consequência, as células tumorais vão reduzir ou parar sua progressão e/ou espalhamento para outras partes do corpo.

Quais As Contraindicações Do Femara?

  • Se você é alérgico (hipersensível) ao letrozol ou a qualquer um dos componentes de Femara. Se você acha que pode ser alérgico, pergunte ao seu médico;
  • Se você ainda tem “períodos”, ou seja, se você ainda não entrou na menopausa;
  • Se você está grávida;
  • Se você está amamentando.

Se alguma destas condições se aplicar a você, informe ao seu médico antes de tomar Femara.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como Usar O Femara?

Sempre tome Femara exatamente como o seu médico lhe disse. Você deve verificar com o seu médico ou farmacêutico se não tiver certeza.

Como Tomar Femara?

O comprimido deve ser engolido inteiro com um copo de água ou outro líquido.

Posologia Do Femara?

A dose habitual é de um comprimido de Femara para ser tomado uma vez por dia.

Quando Tomar Femara?

Tomar Femara na mesma hora todos os dias vai ajudar você lembrar quando tomar o seu comprimido.

Por Quanto Tempo Tomar Femara

Continue a tomar Femara todos os dias durante o tempo que o seu médico informou. Você pode precisar tomar por meses ou anos. Se você tem alguma dúvida de quanto tempo vai continuar a tomar Femara, fale com o seu médico.

Se Parar De Tomar Femara

Não pare de tomar Femara a menos que o seu médico lhe oriente.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O Que Devo Fazer Quando Eu Me Esquecer De Usar O Femara?

Se for quase a hora da sua próxima dose (por exemplo, dentro de 2 ou 3 horas), pule a dose esquecida e tome sua próxima dose no horário habitual. Caso contrário, tome a dose assim que se lembrar, e depois tome o próximo comprimido como faria normalmente.

Não tome uma dose dupla para compensar a que você perdeu.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Quais Cuidados Devo Ter Ao Usar O Femara?

Siga todas as instruções do seu médico cuidadosamente. Elas podem diferir da informação geral contida nesta bula.

Tome Especial Cuidado Com Femara Se Você Tem:

  • Uma doença renal grave;
  • Uma doença grave do fígado;
  • Histórico de osteoporose ou fraturas dos ossos.

Seu nível de hormônios pode ser verificado pelo seu médico antes de você tomar Femara para garantir que você está na menopausa (cessação dos períodos).

Se alguma destas condições se aplicar a você, informe ao seu médico. O seu médico levará em conta durante o tratamento com Femara.

Monitoramento Durante Seu Tratamento Com Femara

Femara só deve ser tomado sob estrita supervisão médica.

O seu médico irá monitorar regularmente a sua condição para verificar se o tratamento está tendo o efeito desejado. Seu médico também pode decidir monitorar a sua saúde óssea, uma vez que este medicamento pode causar o afinamento ou perda óssea (osteoporose).

Se você tem alguma dúvida sobre como Femara funciona ou porque este medicamento foi prescrito para você, pergunte ao seu médico.

Mulheres Em Idade Fértil E Pacientes Do Sexo Masculino

Se você ainda recentemente apresentou períodos menstruais, você deve discutir com seu médico sobre a necessidade de uma contracepção eficaz, pois você pode ter potencial para engravidar.

Utilize um método contraceptivo eficaz durante o tratamento e, por pelo menos, 20 dias após interromper o uso de Femara. Pergunte ao seu médico sobre opções de métodos contraceptivos eficazes.

Femara pode reduzir a fertilidade em pacientes do sexo masculino.

Informações sobre alguns dos ingredientes de Femara

Femara contém lactose (açúcar do leite). Se você tiver sido informado pelo seu médico que você tem intolerância à lactose, contate o seu médico antes de tomar este medicamento.

Este medicamento pode causar doping.

Quais As Reações Adversas E Os Efeitos Colaterais Do Femara?

Assim como todos os medicamentos, pacientes tomando Femara podem apresentar reações adversas, embora nem todos as apresentem.

A maioria das reações adversas são leves a moderadas e geralmente desaparecem após alguns dias ou algumas semanas de tratamento.

Algumas delas, como ondas de calor, perda de cabelo ou sangramento vaginal podem ser devido à falta de estrogênio em seu corpo.

Não fique alarmado com essa lista de possíveis reações adversas. Você pode não apresentar nenhuma delas.

Reações adversas que podem ser graves:

  • Fraqueza ou dormência nos membros ou na face, dificuldade de falar (sinais de derrame);
  • Aperto com dor no peito ou dor súbita nos braços ou pernas (pés) (sinais de distúrbio no coração como ataque cardíaco);
  • Inchaço e vermelhidão das veias as quais são extremamente delicadas e possivelmente dolorosas ao toque (sinal de tromboflebite);
  • Dificuldade de respirar, dor no peito, desmaios, frequência cardíaca rápida, pele azulada (sinal de formação de um coágulo sanguíneo, por exemplo embolismo pulmonar);
  • Inchaço dos braços, mãos, pés, tornozelo ou outras partes do corpo (sinal de edema);
  • Inchaço principalmente da face e da garganta (sinais de reação alérgica);
  • Febre grave, calafrios ou úlceras na boca devido a infecções (sinal de baixo nível de leucócitos);
  • Visão borrada (sinal de catarata);
  • Pele e olhos amarelados, náusea, perda de apetite, urina com coloração escura (sinal de hepatite);
  • Erupção cutânea (rash), pele avermelhada, bolhas nos lábios, olhos ou boca, descamação da pele, febre (sinais de distúrbios na pele).

Reações adversas muito comuns (Ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Aumento do nível de colesterol (hipercolesterolemia);
  • Ondas de calor;
  • Aumento da transpiração;
  • Cansaço (incluindo fraqueza e indisposição (mal-estar geral));
  • Dor nos ossos e juntas (artralgia).

Reações adversas comuns (Ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Dor de cabeça;
  • Erupções cutâneas;
  • Tontura;
  • Distúrbios gastrintestinais, como náusea, vômitos, indigestão, constipação, diarreia;
  • Aumento ou perda de apetite;
  • Dor nos músculos;
  • Diminuição ou desgaste dos ossos (osteoporose), levando a fraturas ósseas em alguns casos;
  • Depressão;
  • Aumento de peso;
  • Perda de cabelo;
  • Sangramento vaginal;
  • Ressecamento de pele;
  • Aumento da pressão sanguínea (hipertensão);
  • Dor abdominal;
  • Dor nas costas;
  • Queda;
  • Palpitações (frequência cardíaca rápida);
  • Rigidez nas juntas (artrite);
  • Dor no peito.

Reações adversas incomuns (Ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Distúrbios nervosos tais como ansiedade, nervosismo, irritabilidade, sonolência, problemas de memória, insônia;
  • Dor ou sensação de queimação nas mãos ou punho (síndrome do túnel do carpo);
  • Distúrbio da sensibilidade física (disestesia);
  • Irritação dos olhos;
  • Erupção cutânea com coceira (urticária);
  • Distúrbios vaginais como descarga ou ressecamento;
  • Dor nas mamas;
  • Febre;
  • Sede, distúrbios do paladar, boca seca;
  • Ressecamento das membranas mucosas;
  • Diminuição do peso;
  • Infecção do trato urinário, aumento da frequência urinária;
  • Tosse;
  • Resultados anormais do teste da função do fígado (alterações no exame de sangue);
  • Aumento do nível de bilirrubina (urina com coloração escura);
  • Icterícia (olhos e/ou pele amarelados).

Reações adversas com frequência desconhecida:

  • Dedo em gatilho, uma condição na qual seu dedo ou polegar trava em posição dobrada.

Se alguma das reações adversas afetar você gravemente, informe ao seu médico.

Se você detectar qualquer reação adversa não mencionada nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial Do Femara

PESSOAS IDOSAS (65 ANOS OU MAIS)

Pessoas com 65 anos ou mais podem usar Femara com a mesma dose de outros adultos.

Crianças E Adolescentes (Abaixo De 18 Anos)

Femara não deve ser utilizado em crianças ou adolescentes.

GRAVIDEZ

Você não deve tomar Femara se estiver grávida, pois pode fazer mal ao feto. Seu médico discutirá com você os potenciais riscos de utilizar Femara durante a gestação. Há relatos de anormalidades em bebês nascidos de mães que utilizaram Femara durante a gravidez.

Uma vez que Femara é apenas recomendado para mulheres na pós menopausa, as restrições de gravidez provavelmente não se aplicam a você.

No entanto, se você recentemente entrou na pós-menopausa ou se você está na perimenopausa, você deve discutir com seu médico sobre a necessidade de contracepção uma vez que você pode ter potencial para engravidar.

AMAMENTAÇÃO

Não amamente durante o tratamento com Femara. Informe ao seu médico se está amamentando.

Efeitos Sobre A Habilidade De Dirigir Veículos E/Ou Operar Máquinas

Se você sentir tonturas ou sonolência, ou se você apresentar distúrbios visuais, não dirija ou opere quaisquer ferramentas ou máquinas até se sentir normal de novo.

Qual A Composição Do Femara?

Apresentação

Femara 2,5 mg - embalagem contendo 28 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto.

Composição

Cada comprimido revestido de Femara contém

2,5 mg de letrozol.

Excipientes: dióxido de silício, amido, lactose monoidratada, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, hipromelose, macrogol, talco, dióxido de titânio e óxido férrico amarelo.

Superdose: O Que Acontece Se Tomar Uma Dose Do Femara Maior Do Que A Recomendada?

Se você tomou muito Femara, ou se outra pessoa acidentalmente tomou os seus comprimidos, contate imediatamente o seu médico ou um hospital para orientações. Mostre a embalagem dos comprimidos. Tratamento médico pode ser necessário.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa: Quais Os Efeitos De Tomar Femara Com Outros Remédios?

Informe ao seu médico ou um farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento, inclusive medicamentos obtidos sem prescrição médica.

Isto inclui em particular:

  • Tamoxifeno;
  • Outros antiestrogênios ou tratamento contendo estrogênios.

Estas substâncias podem diminuir a ação do Femara.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Características Farmacológicas

Grupo farmacoterapêutico: Inibidor não-esteroidal da aromatase (inibidor da biossíntese de estrógenos); agente antineoplásico (código ATC: L02B G04).

Mecanismo De Ação

A eliminação do efeito estimulante mediado pelo estrógeno é um pré-requisito para uma resposta do tumor, nos casos em que o crescimento do tecido tumoral depende da presença de estrógenos. Em mulheres na pós-menopausa, os estrógenos são derivados principalmente da ação da enzima aromatase que converte andrógenos adrenais, sobretudo a androstenediona e a testosterona, à estrona (E1) e estradiol (E2). A supressão da biossíntese de estrógenos nos tecidos periféricos e no próprio tecido neoplásico pode, portanto, ser conseguida pela inibição específica da enzima aromatase. O Letrozol é um inibidor não-esteroidal da aromatase. Ele inibe a enzima aromatase por se ligar competitivamente à porção heme da subunidade do citocromo P450 da enzima, resultando em uma redução da biossíntese de estrógenos em todos os tecidos.

Farmacodinâmica

Em mulheres sadias na pós-menopausa, doses únicas de 0,1 mg, 0,5 mg e 2,5 mg de Letrozol suprimem a estrona e o estradiol sérico em 75 a 78% e em 78%, respectivamente, em relação aos valores basais. A supressão máxima é atingida em 48 a 78 horas.

Em pacientes na pós-menopausa com câncer de mama avançado, doses diárias de 0,1 a 5 mg suprimiram a concentração plasmática de estradiol, estrona e sulfato de estrona em 75 a 95% em relação aos valores basais, em todas as pacientes tratadas. Com doses de 0,5 mg e superiores, muitos valores de estrona e sulfato de estrona estão abaixo do limite de detecção nas análises, indicando que uma supressão maior do estrógeno é alcançada com essas doses. A supressão do estrógeno foi mantida durante o tratamento em todas essas pacientes.

O Letrozol é um inibidor altamente específico da atividade da aromatase. Não tem sido observada disfunção da esteroidogênese adrenal. Em pacientes na pós-menopausa tratadas com doses diárias de Letrozol de 0,1 a 5 mg, não foi observada qualquer alteração clinicamente significativa nas concentrações plasmáticas de cortisol, aldosterona, 11-desoxicortisol, 17-hidroxiprogesterona e ACTH ou na atividade da renina plasmática.

O teste de estimulação de ACTH realizado após 6 e 12 semanas de tratamento com doses diárias de 0,1 mg, 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg, 2,5 mg e 5 mg não indicou qualquer atenuação na produção de aldosterona ou de cortisol. Portanto, a suplementação de glicocorticoides e mineralocorticoides não é necessária.

Não foi observada qualquer alteração nas concentrações plasmáticas de androgênios (androstenediona e testosterona) em mulheres sadias na pós-menopausa após a administração de doses únicas de 0,1 mg, 0,5 mg e 2,5 mg de Letrozol ou nas concentrações plasmáticas de androstenediona entre pacientes na pós-menopausa tratadas com doses diárias de 0,1mg a 5 mg, indicando que o bloqueio da biossíntese de estrógenos não leva ao acúmulo de precursores androgênicos.

Os níveis plasmáticos de LH e FSH das pacientes não são afetados pelo Letrozol nem a função tireoidiana, como avaliado pela captação de TSH, T4 e T3.

Farmacocinética

Absorção

O Letrozol é rápido e completamente absorvido no trato gastrintestinal (biodisponibilidade absoluta média: 99,9%). A alimentação diminui levemente a taxa de absorção (mediana tmáx: 1 hora em jejum versus 2 horas após alimentação; e média Cmáx: 129 ± 20,3 nmol/L em jejum versus 98,7 ± 18,6 nmol/L após a alimentação), mas a extensão de absorção (ASC) não é alterada. O efeito de pouca importância sobre a taxa de absorção não é considerado clinicamente relevante e, portanto, o Letrozol pode ser administrado sem se considerar o horário das refeições.

Distribuição

A taxa de ligação do Letrozol às proteínas plasmáticas é de aproximadamente 60%, principalmente à albumina (55%). A concentração de Letrozol nos eritrócitos é algo em torno de 80% da concentração plasmática. Após a administração de 2,5 mg de Letrozol marcado com 14C, aproximadamente 82% da radioatividade no plasma corresponderam ao composto inalterado. Portanto, a exposição sistêmica aos metabólitos é baixa. O Letrozol é rápido e extensivamente distribuído aos tecidos. Seu volume aparente de distribuição no estado de equilíbrio é em torno de 1,87 ± 0,47 L/kg.

Biotransformação/metabolismo

O clearance (depuração) metabólico para um metabólito farmacologicamente inativo, o carbinol, é a principal via de eliminação do Letrozol (CLm = 2,1 L/h), mas é relativamente lento quando comparado ao fluxo sanguíneo hepático (em torno de 90 L/h). Descobriu-se que as isoenzimas 3A4 e 2A6 do citocromo P450 são capazes de converter o Letrozol a este metabólito.

A formação de metabólitos de pouca importância não identificados e a excreção renal e fecal direta desempenham um papel de pouca importância na eliminação total do Letrozol. Em um período de 2 semanas, após a administração de 2,5 mg de Letrozol marcado com 14C em voluntárias sadias na pós-menopausa, 88,2 ± 7,6% da radioatividade foi recuperada na urina e 3,8 ± 0,9% nas fezes. No mínimo, 75% da radioatividade recuperada na urina em até 216 horas (84,7 ± 7,8% da dose) foi atribuída ao glucuronídeo do metabólito carbinol, em torno de 9% a 2 metabólitos não identificados e 6% ao Letrozol inalterado.

Eliminação

A meia-vida de eliminação terminal aparente no plasma é em torno de 2 a 4 dias. Após a administração diária de 2,5mg, os níveis de steady-state (estado de equilíbrio) são atingidos em 2 a 6 semanas. As concentrações plasmáticas no steady-state (estado de equilíbrio) são aproximadamente 7 vezes maiores que as concentrações medidas após aadministração de dose única de 2,5 mg, e são 1,5 a 2 vezes maiores que os valores de steady-state (estado de equilíbrio) previstos, a partir das concentrações medidas após dose única, indicando uma leve não linearidade na farmacocinética do Letrozol em administrações diárias de 2,5 mg. Uma vez que os níveis de steady-state (estado de equilíbrio) são mantidos ao longo do tempo, pode-se concluir que não ocorre acúmulo contínuo de Letrozol.

Linearidade/não-linearidade

A farmacocinética do Letrozol foi proporcional a dose após doses orais únicas de até 10 mg (variação de dose: 0,01 a 30 mg) e após doses diárias de até 1,0 mg (variação de dose: 0,1 a 5 mg). Após uma dose oral única de 30 mg ocorreu um ligeiro aumento mais proporcional no valor ASC. Com doses diárias de 2,5 e 5 mg os valores da ASC aumentaram cerca de 3,8 e 12 vezes ao invés de 2,5 e 5 vezes, respectivamente, quando comparado com a dose de 1,0 mg/dia. A dose recomendada de 2,5 mg/dia pode, assim, ser uma dose limite, onde um início de um excesso de proporcionalidade torna-se aparente, enquanto que a 5 mg/dia, o excesso de proporcionalidade é mais pronunciado. É provável que a dose de excesso de proporcionalidade seja o resultado de uma saturação dos processos de eliminação metabólica. Níveis estáveis foram alcançados após 1 a 2 meses, em todos os regimes de dosagem testados (0,1-5,0 mg por dia).

Populações Especiais

Idosos

A idade não tem efeito na farmacocinética do Letrozol.

Insuficiência Renal

Em um estudo que envolveu 16 voluntárias na pós-menopausa com graus variados de função renal [clearance (depuração) de creatinina em 24 horas de 9 a 116 mL/min], não se detectou qualquer efeito sobre a exposição sistêmica farmacocinética do Letrozol após uma dose única de 2,5 mg. Em adição ao estudo, avaliando a influência dainsuficiência renal no Letrozol, foi realizada uma análise de covariância sobre os dados de dois estudos principais (Estudo AR/BC2 e Estudo AR/BC3). O clearance (depuração) de creatinina (CLcr) calculado [intervalo Estudo AR/BC2: 19 a 187 mL/min; intervalo Estudo AR/BC3: 10 a 180 mL/min] não mostrou associação estatisticamente significativa entre os níveis mínimos de Letrozol plasmático no estado de equilíbrio (Cmin). Além disso, os dados do Estudo AR/BC2 e Estudo AR/BC3 na segunda linha do câncer de mama metastático não mostraram nenhuma evidência de reação adversa de Letrozol no CLcr ou um prejuízo da função renal. Portanto, nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes com insuficiência renal (CLcr = 10 mL/min). Há pouca informação disponível em pacientes com insuficiência grave da função renal (CLcr menor que 10 mL / min).

Insuficiência Hepática

Em um estudo similar que envolveu indivíduos com graus variados de função hepática, a média dos valores da ASC das voluntárias com insuficiência hepática moderada (escore Child-Pugh B) foi 37% maior do que a de pacientes normais, mas ainda dentro da faixa observada em indivíduos sem a função prejudicada. Em um estudo comparando a farmacocinética do Letrozol após uma única dose oral em oito pacientes com cirrose hepática e insuficiência hepática grave (escore Child-Pugh C) com aquelas administradas em voluntárias sadias (n = 8), observou-se ASC e t1/2 aumentados para 95 e 187%, respectivamente. Portanto, espera-se que pacientes com câncer de mama e insuficiência hepática grave estejam mais expostos a níveis elevados de Letrozol que pacientes sem disfunção hepática grave.Entretanto, uma vez que para pacientes tratados com 5 ou 10 mg/dia nenhum aumento na toxicidade foi observado, uma redução da dose em pacientes com insuficiência hepática grave parece não ser justificada, contudo tais pacientes devem ser mantidos sob cuidadosa supervisão. Além disso, em dois estudos bem controlados envolvendo 359 pacientes com câncer de mama avançado, não se observou qualquer efeito de insuficiência renal [clearance (depuração) de creatinina calculado: 20 - 50 mL/min] ou disfunção hepática foi encontrada com tal concentração de Letrozol.

Dados De Segurança Pré-Clínicos

Em uma variedade de estudos de segurança pré-clínicos conduzidos em animais de espécies-padrão, não houve evidência de toxicidade sistêmica ou no órgão-alvo.

O Letrozol demonstrou um baixo grau de toxicidade aguda em roedores expostos a até 2000 mg/kg. Em cães, o Letrozol causou sinais de toxicidade moderada com 100 mg/kg.

Em estudos de toxicidade de dose repetida em ratos e cães por até 12 meses, os principais achados podem ser atribuídos à ação farmacológica do composto. Em ambas as espécies, o nível sem reação adversa foi de 0,3 mg/kg.

A administração oral de Letrozol em ratas, resultou em reduções no acasalamento e índices de gravidez e aumento da perda pré-implantação.

Em um estudo com ratos jovens, os efeitos farmacológicos de Letrozol resultaram em achados esqueléticos, neuroendócrinos e reprodutivos. Crescimento ósseo e maturação foram diminuídos na dose mais baixa (0,003 mg/kg/dia) em machos e aumentados na dose mais baixa (0,003 mg/kg) em fêmeas. A densidade mineral óssea (DMO) também diminuiu nesta dose em fêmeas. No mesmo estudo, a fertilidade diminuída em todas as doses foi acompanhada por hipertrofia da hipófise, alterações testiculares que incluíram degeneração do epitélio tubular seminífero e atrofia do trato reprodutivo feminino. Com exceção do tamanho ósseo em fêmeas e alterações morfológicas nos testículos, todos os efeitos foram pelo menos parcialmente reversíveis.

Ambas as investigações, in vivo e in vitro, sobre o potencial mutagênico do Letrozol não revelaram qualquer indicação de genotoxicidade.

Em um estudo de carcinogenicidade em ratos de 104 semanas, não se observaram tumores relacionados ao tratamento em ratos machos. Em ratas fêmeas, observou-se uma redução na incidência de tumores mamários benignos e malignos, com todas as doses de Letrozol.

Em um estudo de carcinogenicidade em camundongos de 104 semanas, tumores não relacionados com o tratamento foram observados em camundongos machos.

Em camundongos fêmeas, em geral, um aumento relacionado com a dose na incidência de tumores ovarianos benignos de células da teca granulosa foi observado em todas as doses testadas do Letrozol. Estes tumores foram considerados estar relacionados com a inibição farmacológica da síntese de estrogênio e pode ser devido a um aumento de LH resultante da diminuição de estrogênio circulante.

A administração oral de Letrozol em ratas prenhas Sprague-Dawley resultou em um leve aumento na incidência de malformação fetal (cabeça redonda e fusão dos centros vertebrais) entre os animais tratados. Malformações semelhantes não foram observadas em coelhos brancos da Nova Zelândia. Entretanto, não foi possível mostrar se isto foi uma consequência indireta das propriedades farmacológicas (inibição da biossíntese de estrógeno), ou um efeito direto do Letrozol por si só.

Observações pré-clínicas foram restritas àquelas associadas à ação farmacológica reconhecida, que é a única referência de segurança para uso humano derivada dos estudos em animais.

Como Devo Armazenar O Femara?

O produto deve ser mantido à temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características Físicas

Femara apresenta-se como comprimido revestido redondo, amarelo escuro.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais Do Femara

Reg. MS – 1.0068.0100

Farm. Resp.:

Flavia Regina Pegorer

CRF-SP 18.150

Importado por:

Novartis Biociências S.A.

Av. Prof. Vicente Rao, 90

São Paulo - SP

CNPJ:56.994.502/0001-30

Indústria Brasileira

Fabricado por:

Novartis Pharma Stein AG

Stein, Suíça

Embalado por:

Anovis Industrial Farmacêutica Ltda.

Taboão da Serra, SP

Venda sob prescrição médica.

Características

Classificação

Fabricante

Marca

Indicação

Composição

Contraindicação

RMS

GRP_INTEGRACAO

Possui Venda PermitidaS
FabricanteNovartis
Informe Ministério Saúde 02-
Informe Ministério Saúde 04-
Informe Ministério Saúde 05-
Informe Ministério Saúde 08-
Informe Ministério Saúde 09-
Informe Ministério Saúde 01"VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA."
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Informe Ministério Saúde 06-
Informe Ministério Saúde 07-
Informe Ministério Saúde 10-
Princípio AtivoLETROZOL

Característica

ComposiçãoLETROZOL (2,5MG)
RMS1.0068.0100.001-1
Indicação

Câncer de mama em mulheres na pós-menopausa receptor hormonal positivo.

Contraindicação

Hipersensibilidade a qualquer um dso componentes da fórmula; pré-menopausa endócrina; gravidez e lactação.

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Femara - Bula

Femara, Para O Que É Indicado E Para O Que Serve?

  • Tratamento adjuvante de mulheres na pós-menopausa com câncer de mama inicial receptor hormonal positivo;
  • Tratamento adjuvante estendido de câncer de mama inicial em mulheres na pós-menopausa que tenham recebido terapia adjuvante padrão prévia com tamoxifeno por 5 anos;
  • Tratamento de primeira linha no câncer de mama avançado hormônio dependente em mulheres na pós-menopausa;
  • Tratamento de câncer de mama avançado em mulheres na pós-menopausa (natural ou artificialmente induzida), que tenham sido tratadas previamente com antiestrogênicos;
  • Terapia pré-operatória em mulheres na pós-menopausa com câncer de mama localmente avançado receptor hormonal positivo, com a intenção de permitir cirurgia conservadora da mama para aquelas mulheres que não eram originalmente consideradas candidatas a este tipo de cirurgia. O tratamento pós-cirúrgico subsequente deve seguir o tratamento padrão.

Como O Femara Funciona?

Femara contém uma substância ativa chamada letrozol. Este pertence a um grupo de medicamentos chamado de inibidores de aromatase. Ele é tratamento hormonal (ou “endócrino”) para o câncer de mama.

O crescimento do câncer de mama é frequentemente estimulado pelos estrogênios, que são hormônios sexuais femininos. Femara reduz a quantidade de estrogênio, bloqueando uma enzima (“aromatase”) envolvida na produção de estrogênios e, portanto, pode bloquear o crescimento de cânceres de mama que necessitam de estrogênio para crescer. Como consequência, as células tumorais vão reduzir ou parar sua progressão e/ou espalhamento para outras partes do corpo.

Quais As Contraindicações Do Femara?

  • Se você é alérgico (hipersensível) ao letrozol ou a qualquer um dos componentes de Femara. Se você acha que pode ser alérgico, pergunte ao seu médico;
  • Se você ainda tem “períodos”, ou seja, se você ainda não entrou na menopausa;
  • Se você está grávida;
  • Se você está amamentando.

Se alguma destas condições se aplicar a você, informe ao seu médico antes de tomar Femara.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como Usar O Femara?

Sempre tome Femara exatamente como o seu médico lhe disse. Você deve verificar com o seu médico ou farmacêutico se não tiver certeza.

Como Tomar Femara?

O comprimido deve ser engolido inteiro com um copo de água ou outro líquido.

Posologia Do Femara?

A dose habitual é de um comprimido de Femara para ser tomado uma vez por dia.

Quando Tomar Femara?

Tomar Femara na mesma hora todos os dias vai ajudar você lembrar quando tomar o seu comprimido.

Por Quanto Tempo Tomar Femara

Continue a tomar Femara todos os dias durante o tempo que o seu médico informou. Você pode precisar tomar por meses ou anos. Se você tem alguma dúvida de quanto tempo vai continuar a tomar Femara, fale com o seu médico.

Se Parar De Tomar Femara

Não pare de tomar Femara a menos que o seu médico lhe oriente.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O Que Devo Fazer Quando Eu Me Esquecer De Usar O Femara?

Se for quase a hora da sua próxima dose (por exemplo, dentro de 2 ou 3 horas), pule a dose esquecida e tome sua próxima dose no horário habitual. Caso contrário, tome a dose assim que se lembrar, e depois tome o próximo comprimido como faria normalmente.

Não tome uma dose dupla para compensar a que você perdeu.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Quais Cuidados Devo Ter Ao Usar O Femara?

Siga todas as instruções do seu médico cuidadosamente. Elas podem diferir da informação geral contida nesta bula.

Tome Especial Cuidado Com Femara Se Você Tem:

  • Uma doença renal grave;
  • Uma doença grave do fígado;
  • Histórico de osteoporose ou fraturas dos ossos.

Seu nível de hormônios pode ser verificado pelo seu médico antes de você tomar Femara para garantir que você está na menopausa (cessação dos períodos).

Se alguma destas condições se aplicar a você, informe ao seu médico. O seu médico levará em conta durante o tratamento com Femara.

Monitoramento Durante Seu Tratamento Com Femara

Femara só deve ser tomado sob estrita supervisão médica.

O seu médico irá monitorar regularmente a sua condição para verificar se o tratamento está tendo o efeito desejado. Seu médico também pode decidir monitorar a sua saúde óssea, uma vez que este medicamento pode causar o afinamento ou perda óssea (osteoporose).

Se você tem alguma dúvida sobre como Femara funciona ou porque este medicamento foi prescrito para você, pergunte ao seu médico.

Mulheres Em Idade Fértil E Pacientes Do Sexo Masculino

Se você ainda recentemente apresentou períodos menstruais, você deve discutir com seu médico sobre a necessidade de uma contracepção eficaz, pois você pode ter potencial para engravidar.

Utilize um método contraceptivo eficaz durante o tratamento e, por pelo menos, 20 dias após interromper o uso de Femara. Pergunte ao seu médico sobre opções de métodos contraceptivos eficazes.

Femara pode reduzir a fertilidade em pacientes do sexo masculino.

Informações sobre alguns dos ingredientes de Femara

Femara contém lactose (açúcar do leite). Se você tiver sido informado pelo seu médico que você tem intolerância à lactose, contate o seu médico antes de tomar este medicamento.

Este medicamento pode causar doping.

Quais As Reações Adversas E Os Efeitos Colaterais Do Femara?

Assim como todos os medicamentos, pacientes tomando Femara podem apresentar reações adversas, embora nem todos as apresentem.

A maioria das reações adversas são leves a moderadas e geralmente desaparecem após alguns dias ou algumas semanas de tratamento.

Algumas delas, como ondas de calor, perda de cabelo ou sangramento vaginal podem ser devido à falta de estrogênio em seu corpo.

Não fique alarmado com essa lista de possíveis reações adversas. Você pode não apresentar nenhuma delas.

Reações adversas que podem ser graves:

  • Fraqueza ou dormência nos membros ou na face, dificuldade de falar (sinais de derrame);
  • Aperto com dor no peito ou dor súbita nos braços ou pernas (pés) (sinais de distúrbio no coração como ataque cardíaco);
  • Inchaço e vermelhidão das veias as quais são extremamente delicadas e possivelmente dolorosas ao toque (sinal de tromboflebite);
  • Dificuldade de respirar, dor no peito, desmaios, frequência cardíaca rápida, pele azulada (sinal de formação de um coágulo sanguíneo, por exemplo embolismo pulmonar);
  • Inchaço dos braços, mãos, pés, tornozelo ou outras partes do corpo (sinal de edema);
  • Inchaço principalmente da face e da garganta (sinais de reação alérgica);
  • Febre grave, calafrios ou úlceras na boca devido a infecções (sinal de baixo nível de leucócitos);
  • Visão borrada (sinal de catarata);
  • Pele e olhos amarelados, náusea, perda de apetite, urina com coloração escura (sinal de hepatite);
  • Erupção cutânea (rash), pele avermelhada, bolhas nos lábios, olhos ou boca, descamação da pele, febre (sinais de distúrbios na pele).

Reações adversas muito comuns (Ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Aumento do nível de colesterol (hipercolesterolemia);
  • Ondas de calor;
  • Aumento da transpiração;
  • Cansaço (incluindo fraqueza e indisposição (mal-estar geral));
  • Dor nos ossos e juntas (artralgia).

Reações adversas comuns (Ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Dor de cabeça;
  • Erupções cutâneas;
  • Tontura;
  • Distúrbios gastrintestinais, como náusea, vômitos, indigestão, constipação, diarreia;
  • Aumento ou perda de apetite;
  • Dor nos músculos;
  • Diminuição ou desgaste dos ossos (osteoporose), levando a fraturas ósseas em alguns casos;
  • Depressão;
  • Aumento de peso;
  • Perda de cabelo;
  • Sangramento vaginal;
  • Ressecamento de pele;
  • Aumento da pressão sanguínea (hipertensão);
  • Dor abdominal;
  • Dor nas costas;
  • Queda;
  • Palpitações (frequência cardíaca rápida);
  • Rigidez nas juntas (artrite);
  • Dor no peito.

Reações adversas incomuns (Ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Distúrbios nervosos tais como ansiedade, nervosismo, irritabilidade, sonolência, problemas de memória, insônia;
  • Dor ou sensação de queimação nas mãos ou punho (síndrome do túnel do carpo);
  • Distúrbio da sensibilidade física (disestesia);
  • Irritação dos olhos;
  • Erupção cutânea com coceira (urticária);
  • Distúrbios vaginais como descarga ou ressecamento;
  • Dor nas mamas;
  • Febre;
  • Sede, distúrbios do paladar, boca seca;
  • Ressecamento das membranas mucosas;
  • Diminuição do peso;
  • Infecção do trato urinário, aumento da frequência urinária;
  • Tosse;
  • Resultados anormais do teste da função do fígado (alterações no exame de sangue);
  • Aumento do nível de bilirrubina (urina com coloração escura);
  • Icterícia (olhos e/ou pele amarelados).

Reações adversas com frequência desconhecida:

  • Dedo em gatilho, uma condição na qual seu dedo ou polegar trava em posição dobrada.

Se alguma das reações adversas afetar você gravemente, informe ao seu médico.

Se você detectar qualquer reação adversa não mencionada nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial Do Femara

PESSOAS IDOSAS (65 ANOS OU MAIS)

Pessoas com 65 anos ou mais podem usar Femara com a mesma dose de outros adultos.

Crianças E Adolescentes (Abaixo De 18 Anos)

Femara não deve ser utilizado em crianças ou adolescentes.

GRAVIDEZ

Você não deve tomar Femara se estiver grávida, pois pode fazer mal ao feto. Seu médico discutirá com você os potenciais riscos de utilizar Femara durante a gestação. Há relatos de anormalidades em bebês nascidos de mães que utilizaram Femara durante a gravidez.

Uma vez que Femara é apenas recomendado para mulheres na pós menopausa, as restrições de gravidez provavelmente não se aplicam a você.

No entanto, se você recentemente entrou na pós-menopausa ou se você está na perimenopausa, você deve discutir com seu médico sobre a necessidade de contracepção uma vez que você pode ter potencial para engravidar.

AMAMENTAÇÃO

Não amamente durante o tratamento com Femara. Informe ao seu médico se está amamentando.

Efeitos Sobre A Habilidade De Dirigir Veículos E/Ou Operar Máquinas

Se você sentir tonturas ou sonolência, ou se você apresentar distúrbios visuais, não dirija ou opere quaisquer ferramentas ou máquinas até se sentir normal de novo.

Qual A Composição Do Femara?

Apresentação

Femara 2,5 mg - embalagem contendo 28 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto.

Composição

Cada comprimido revestido de Femara contém

2,5 mg de letrozol.

Excipientes: dióxido de silício, amido, lactose monoidratada, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, hipromelose, macrogol, talco, dióxido de titânio e óxido férrico amarelo.

Superdose: O Que Acontece Se Tomar Uma Dose Do Femara Maior Do Que A Recomendada?

Se você tomou muito Femara, ou se outra pessoa acidentalmente tomou os seus comprimidos, contate imediatamente o seu médico ou um hospital para orientações. Mostre a embalagem dos comprimidos. Tratamento médico pode ser necessário.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa: Quais Os Efeitos De Tomar Femara Com Outros Remédios?

Informe ao seu médico ou um farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento, inclusive medicamentos obtidos sem prescrição médica.

Isto inclui em particular:

  • Tamoxifeno;
  • Outros antiestrogênios ou tratamento contendo estrogênios.

Estas substâncias podem diminuir a ação do Femara.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Características Farmacológicas

Grupo farmacoterapêutico: Inibidor não-esteroidal da aromatase (inibidor da biossíntese de estrógenos); agente antineoplásico (código ATC: L02B G04).

Mecanismo De Ação

A eliminação do efeito estimulante mediado pelo estrógeno é um pré-requisito para uma resposta do tumor, nos casos em que o crescimento do tecido tumoral depende da presença de estrógenos. Em mulheres na pós-menopausa, os estrógenos são derivados principalmente da ação da enzima aromatase que converte andrógenos adrenais, sobretudo a androstenediona e a testosterona, à estrona (E1) e estradiol (E2). A supressão da biossíntese de estrógenos nos tecidos periféricos e no próprio tecido neoplásico pode, portanto, ser conseguida pela inibição específica da enzima aromatase. O Letrozol é um inibidor não-esteroidal da aromatase. Ele inibe a enzima aromatase por se ligar competitivamente à porção heme da subunidade do citocromo P450 da enzima, resultando em uma redução da biossíntese de estrógenos em todos os tecidos.

Farmacodinâmica

Em mulheres sadias na pós-menopausa, doses únicas de 0,1 mg, 0,5 mg e 2,5 mg de Letrozol suprimem a estrona e o estradiol sérico em 75 a 78% e em 78%, respectivamente, em relação aos valores basais. A supressão máxima é atingida em 48 a 78 horas.

Em pacientes na pós-menopausa com câncer de mama avançado, doses diárias de 0,1 a 5 mg suprimiram a concentração plasmática de estradiol, estrona e sulfato de estrona em 75 a 95% em relação aos valores basais, em todas as pacientes tratadas. Com doses de 0,5 mg e superiores, muitos valores de estrona e sulfato de estrona estão abaixo do limite de detecção nas análises, indicando que uma supressão maior do estrógeno é alcançada com essas doses. A supressão do estrógeno foi mantida durante o tratamento em todas essas pacientes.

O Letrozol é um inibidor altamente específico da atividade da aromatase. Não tem sido observada disfunção da esteroidogênese adrenal. Em pacientes na pós-menopausa tratadas com doses diárias de Letrozol de 0,1 a 5 mg, não foi observada qualquer alteração clinicamente significativa nas concentrações plasmáticas de cortisol, aldosterona, 11-desoxicortisol, 17-hidroxiprogesterona e ACTH ou na atividade da renina plasmática.

O teste de estimulação de ACTH realizado após 6 e 12 semanas de tratamento com doses diárias de 0,1 mg, 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg, 2,5 mg e 5 mg não indicou qualquer atenuação na produção de aldosterona ou de cortisol. Portanto, a suplementação de glicocorticoides e mineralocorticoides não é necessária.

Não foi observada qualquer alteração nas concentrações plasmáticas de androgênios (androstenediona e testosterona) em mulheres sadias na pós-menopausa após a administração de doses únicas de 0,1 mg, 0,5 mg e 2,5 mg de Letrozol ou nas concentrações plasmáticas de androstenediona entre pacientes na pós-menopausa tratadas com doses diárias de 0,1mg a 5 mg, indicando que o bloqueio da biossíntese de estrógenos não leva ao acúmulo de precursores androgênicos.

Os níveis plasmáticos de LH e FSH das pacientes não são afetados pelo Letrozol nem a função tireoidiana, como avaliado pela captação de TSH, T4 e T3.

Farmacocinética

Absorção

O Letrozol é rápido e completamente absorvido no trato gastrintestinal (biodisponibilidade absoluta média: 99,9%). A alimentação diminui levemente a taxa de absorção (mediana tmáx: 1 hora em jejum versus 2 horas após alimentação; e média Cmáx: 129 ± 20,3 nmol/L em jejum versus 98,7 ± 18,6 nmol/L após a alimentação), mas a extensão de absorção (ASC) não é alterada. O efeito de pouca importância sobre a taxa de absorção não é considerado clinicamente relevante e, portanto, o Letrozol pode ser administrado sem se considerar o horário das refeições.

Distribuição

A taxa de ligação do Letrozol às proteínas plasmáticas é de aproximadamente 60%, principalmente à albumina (55%). A concentração de Letrozol nos eritrócitos é algo em torno de 80% da concentração plasmática. Após a administração de 2,5 mg de Letrozol marcado com 14C, aproximadamente 82% da radioatividade no plasma corresponderam ao composto inalterado. Portanto, a exposição sistêmica aos metabólitos é baixa. O Letrozol é rápido e extensivamente distribuído aos tecidos. Seu volume aparente de distribuição no estado de equilíbrio é em torno de 1,87 ± 0,47 L/kg.

Biotransformação/metabolismo

O clearance (depuração) metabólico para um metabólito farmacologicamente inativo, o carbinol, é a principal via de eliminação do Letrozol (CLm = 2,1 L/h), mas é relativamente lento quando comparado ao fluxo sanguíneo hepático (em torno de 90 L/h). Descobriu-se que as isoenzimas 3A4 e 2A6 do citocromo P450 são capazes de converter o Letrozol a este metabólito.

A formação de metabólitos de pouca importância não identificados e a excreção renal e fecal direta desempenham um papel de pouca importância na eliminação total do Letrozol. Em um período de 2 semanas, após a administração de 2,5 mg de Letrozol marcado com 14C em voluntárias sadias na pós-menopausa, 88,2 ± 7,6% da radioatividade foi recuperada na urina e 3,8 ± 0,9% nas fezes. No mínimo, 75% da radioatividade recuperada na urina em até 216 horas (84,7 ± 7,8% da dose) foi atribuída ao glucuronídeo do metabólito carbinol, em torno de 9% a 2 metabólitos não identificados e 6% ao Letrozol inalterado.

Eliminação

A meia-vida de eliminação terminal aparente no plasma é em torno de 2 a 4 dias. Após a administração diária de 2,5mg, os níveis de steady-state (estado de equilíbrio) são atingidos em 2 a 6 semanas. As concentrações plasmáticas no steady-state (estado de equilíbrio) são aproximadamente 7 vezes maiores que as concentrações medidas após aadministração de dose única de 2,5 mg, e são 1,5 a 2 vezes maiores que os valores de steady-state (estado de equilíbrio) previstos, a partir das concentrações medidas após dose única, indicando uma leve não linearidade na farmacocinética do Letrozol em administrações diárias de 2,5 mg. Uma vez que os níveis de steady-state (estado de equilíbrio) são mantidos ao longo do tempo, pode-se concluir que não ocorre acúmulo contínuo de Letrozol.

Linearidade/não-linearidade

A farmacocinética do Letrozol foi proporcional a dose após doses orais únicas de até 10 mg (variação de dose: 0,01 a 30 mg) e após doses diárias de até 1,0 mg (variação de dose: 0,1 a 5 mg). Após uma dose oral única de 30 mg ocorreu um ligeiro aumento mais proporcional no valor ASC. Com doses diárias de 2,5 e 5 mg os valores da ASC aumentaram cerca de 3,8 e 12 vezes ao invés de 2,5 e 5 vezes, respectivamente, quando comparado com a dose de 1,0 mg/dia. A dose recomendada de 2,5 mg/dia pode, assim, ser uma dose limite, onde um início de um excesso de proporcionalidade torna-se aparente, enquanto que a 5 mg/dia, o excesso de proporcionalidade é mais pronunciado. É provável que a dose de excesso de proporcionalidade seja o resultado de uma saturação dos processos de eliminação metabólica. Níveis estáveis foram alcançados após 1 a 2 meses, em todos os regimes de dosagem testados (0,1-5,0 mg por dia).

Populações Especiais

Idosos

A idade não tem efeito na farmacocinética do Letrozol.

Insuficiência Renal

Em um estudo que envolveu 16 voluntárias na pós-menopausa com graus variados de função renal [clearance (depuração) de creatinina em 24 horas de 9 a 116 mL/min], não se detectou qualquer efeito sobre a exposição sistêmica farmacocinética do Letrozol após uma dose única de 2,5 mg. Em adição ao estudo, avaliando a influência dainsuficiência renal no Letrozol, foi realizada uma análise de covariância sobre os dados de dois estudos principais (Estudo AR/BC2 e Estudo AR/BC3). O clearance (depuração) de creatinina (CLcr) calculado [intervalo Estudo AR/BC2: 19 a 187 mL/min; intervalo Estudo AR/BC3: 10 a 180 mL/min] não mostrou associação estatisticamente significativa entre os níveis mínimos de Letrozol plasmático no estado de equilíbrio (Cmin). Além disso, os dados do Estudo AR/BC2 e Estudo AR/BC3 na segunda linha do câncer de mama metastático não mostraram nenhuma evidência de reação adversa de Letrozol no CLcr ou um prejuízo da função renal. Portanto, nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes com insuficiência renal (CLcr = 10 mL/min). Há pouca informação disponível em pacientes com insuficiência grave da função renal (CLcr menor que 10 mL / min).

Insuficiência Hepática

Em um estudo similar que envolveu indivíduos com graus variados de função hepática, a média dos valores da ASC das voluntárias com insuficiência hepática moderada (escore Child-Pugh B) foi 37% maior do que a de pacientes normais, mas ainda dentro da faixa observada em indivíduos sem a função prejudicada. Em um estudo comparando a farmacocinética do Letrozol após uma única dose oral em oito pacientes com cirrose hepática e insuficiência hepática grave (escore Child-Pugh C) com aquelas administradas em voluntárias sadias (n = 8), observou-se ASC e t1/2 aumentados para 95 e 187%, respectivamente. Portanto, espera-se que pacientes com câncer de mama e insuficiência hepática grave estejam mais expostos a níveis elevados de Letrozol que pacientes sem disfunção hepática grave.Entretanto, uma vez que para pacientes tratados com 5 ou 10 mg/dia nenhum aumento na toxicidade foi observado, uma redução da dose em pacientes com insuficiência hepática grave parece não ser justificada, contudo tais pacientes devem ser mantidos sob cuidadosa supervisão. Além disso, em dois estudos bem controlados envolvendo 359 pacientes com câncer de mama avançado, não se observou qualquer efeito de insuficiência renal [clearance (depuração) de creatinina calculado: 20 - 50 mL/min] ou disfunção hepática foi encontrada com tal concentração de Letrozol.

Dados De Segurança Pré-Clínicos

Em uma variedade de estudos de segurança pré-clínicos conduzidos em animais de espécies-padrão, não houve evidência de toxicidade sistêmica ou no órgão-alvo.

O Letrozol demonstrou um baixo grau de toxicidade aguda em roedores expostos a até 2000 mg/kg. Em cães, o Letrozol causou sinais de toxicidade moderada com 100 mg/kg.

Em estudos de toxicidade de dose repetida em ratos e cães por até 12 meses, os principais achados podem ser atribuídos à ação farmacológica do composto. Em ambas as espécies, o nível sem reação adversa foi de 0,3 mg/kg.

A administração oral de Letrozol em ratas, resultou em reduções no acasalamento e índices de gravidez e aumento da perda pré-implantação.

Em um estudo com ratos jovens, os efeitos farmacológicos de Letrozol resultaram em achados esqueléticos, neuroendócrinos e reprodutivos. Crescimento ósseo e maturação foram diminuídos na dose mais baixa (0,003 mg/kg/dia) em machos e aumentados na dose mais baixa (0,003 mg/kg) em fêmeas. A densidade mineral óssea (DMO) também diminuiu nesta dose em fêmeas. No mesmo estudo, a fertilidade diminuída em todas as doses foi acompanhada por hipertrofia da hipófise, alterações testiculares que incluíram degeneração do epitélio tubular seminífero e atrofia do trato reprodutivo feminino. Com exceção do tamanho ósseo em fêmeas e alterações morfológicas nos testículos, todos os efeitos foram pelo menos parcialmente reversíveis.

Ambas as investigações, in vivo e in vitro, sobre o potencial mutagênico do Letrozol não revelaram qualquer indicação de genotoxicidade.

Em um estudo de carcinogenicidade em ratos de 104 semanas, não se observaram tumores relacionados ao tratamento em ratos machos. Em ratas fêmeas, observou-se uma redução na incidência de tumores mamários benignos e malignos, com todas as doses de Letrozol.

Em um estudo de carcinogenicidade em camundongos de 104 semanas, tumores não relacionados com o tratamento foram observados em camundongos machos.

Em camundongos fêmeas, em geral, um aumento relacionado com a dose na incidência de tumores ovarianos benignos de células da teca granulosa foi observado em todas as doses testadas do Letrozol. Estes tumores foram considerados estar relacionados com a inibição farmacológica da síntese de estrogênio e pode ser devido a um aumento de LH resultante da diminuição de estrogênio circulante.

A administração oral de Letrozol em ratas prenhas Sprague-Dawley resultou em um leve aumento na incidência de malformação fetal (cabeça redonda e fusão dos centros vertebrais) entre os animais tratados. Malformações semelhantes não foram observadas em coelhos brancos da Nova Zelândia. Entretanto, não foi possível mostrar se isto foi uma consequência indireta das propriedades farmacológicas (inibição da biossíntese de estrógeno), ou um efeito direto do Letrozol por si só.

Observações pré-clínicas foram restritas àquelas associadas à ação farmacológica reconhecida, que é a única referência de segurança para uso humano derivada dos estudos em animais.

Como Devo Armazenar O Femara?

O produto deve ser mantido à temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características Físicas

Femara apresenta-se como comprimido revestido redondo, amarelo escuro.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais Do Femara

Reg. MS – 1.0068.0100

Farm. Resp.:

Flavia Regina Pegorer

CRF-SP 18.150

Importado por:

Novartis Biociências S.A.

Av. Prof. Vicente Rao, 90

São Paulo - SP

CNPJ:56.994.502/0001-30

Indústria Brasileira

Fabricado por:

Novartis Pharma Stein AG

Stein, Suíça

Embalado por:

Anovis Industrial Farmacêutica Ltda.

Taboão da Serra, SP

Venda sob prescrição médica.

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